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Caso Eliseu Santos: promotor diz que depoimentos "encorpam" tese de crime encomendado
Vereador da Capital Maurício Dziedricki (PTB) foi um dos ouvidos em audiência nesta sexta
Após o fim de mais uma audiência do processo sobre o assassinato do ex-secretário de Saúde de Porto Alegre Eliseu Santos, na noite desta sexta-feira, o promotor Eugênio Paes Amorim afirmou que os novos depoimentos reforçam ainda mais a tese do Ministério Público de que o crime foi um homicídio encomendado e não um latrocínio, como defende a Polícia Civil. As sessões são fechadas à imprensa.
— Em respeito ao júri, não podemos abrir detalhes, mas já é possível adiantar que os depoimentos encorpam a nossa posição — apontou.
O vereador de Porto Alegre Maurício Dziedricki (PTB), que era colega de partido da vítima, foi um dos convocados pelo MP hoje. O parlamentar foi explicar a suspeita do MP de que ele poderia ter sido beneficiado com o suposto esquema de propina montado entre a empresa Reação e a secretaria, apontado pelos promotores como motivação para o crime. Segundo Amorim, Dziedricki deu respostas convincentes e desconsiderou qualquer ligação dele com o caso.
Eliseu Santos foi assassinado a tiros em fevereiro deste ano. Uma nova audiência do caso deverá ser marcada até o fim do ano.
ZORAHORA.COM
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